por Rafael Kerubas No princípio, segundo os textos gnósticos preservados na biblioteca de Nag Hammadi, não existia o mundo como o conhecemos. Havia apenas o Pleroma, uma totalidade plena, silenciosa e indivisível, onde tudo era expressão direta do divino. Dessa unidade emanavam os éons, inteligências que não criavam por necessidade, mas por transbordamento. Entre eles […]
