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O Livro das Obras

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de Pierre de Lasenic

Cada um dos doze graus da Ordem Rosacruz cumpre seu propósito de três maneiras: iniciação, exercícios rituais e obras. A eles correspondem três livros, que abrangem todo o sistema dos graus correspondentes: *O Livro da Iniciação*, *O Livro do Ritual* e *O Livro das Obras*.

As obras contidas neste livro são divididas conforme devam ou não ser repetidas: **para uso apenas temporário, para repetição contínua ou para serem permanentes**.

As tarefas temporárias são definidas por um período específico; as práticas repetidas possuem vários períodos; e as práticas permanentes não têm prazo determinado. Estas últimas duram durante todo o estágio de iniciação do grau correspondente.

O primeiro tipo de obra (temporária) é indicado, nas seções específicas, pela letra A; a segunda categoria (repetida) é indicada pela letra B; e a terceira categoria (permanente), pela letra C.

As ferramentas, ervas e descrições necessárias para sua fabricação e preparação são indicadas por algarismos romanos.

I.

§ 1 A — Síntese do conhecimento hermético anterior.

II. Terra

§ 2C — Analise suas ações espontâneas [preparando o solo para a semeadura].

[Ou seja, abster-se de vícios e agir sempre com plena consciência. Procure automatismos aprendidos (como piadas e conversas desnecessárias).]

§ 3C — Desabitue-se de [fortes movimentos emocionais, tais como:] explosões repentinas de raiva e paixões, distrações espontâneas, passividade, nervosismo, inquietação e ódio ou amor incontroláveis.

[Falta de eficácia (preguiça, passividade e indiferença) e fatores desintegradores (como distração, inquietação, nervosismo e instabilidade).]

§ 4C — Para cada impulso instintivo [com forte tendência a se manifestar], desenvolva uma qualidade oposta e empregue-a no momento em que o impulso tentar se manifestar.

[Por exemplo, quando eu quiser “ficar com raiva” de alguém, em vez de dizer palavras ásperas, direi algo gentil.]

§ 5B — Em qualquer dia da semana, abandone um hábito pessoal, como fumar [comer doces ou uma atividade favorita], das 12h às 24h.

§ 6B — Abandone completamente os pensamentos por uma hora por semana, mantendo assim a mente vazia e livre de pensamentos.

§ 7C — Mantenha silêncio absoluto, uma vez por semana, durante duas horas de cada vez.

[Observação crítica diária do cumprimento dos §§ 2–7.]

III. Volantia

§ 8B — Trabalhe, de acordo com o § 5, regularmente todas as sextas-feiras, das 16h às 18h. Após um mês, o exercício do § 5 é interrompido (portanto, primeiro ele é realizado das 12h às 24h e, mais tarde, ao chegar ao § 8, apenas às sextas-feiras, das 16h às 18h) e, após sua conclusão, apenas o § 6 continua a ser praticado.

§ 9B — I. [Exercício com disco e quadrado]

Faça um disco preto de papel, com 15 cm de diâmetro, e um centro branco de 3 cm de diâmetro, colado no meio; pendure o disco na parede. Em seguida, ao lado dele, coloque uma folha branca de papel (um quadrado), com 20 cm de cada lado e a pelo menos 50 cm de distância do disco. A luz deve incidir de cima, a uma distância de aproximadamente 2 a 3 metros, e deve ter intensidade média. Sente-se de costas para a luz, de modo que o centro do disco fique na altura dos olhos e a uma distância aproximada de 1,5 a 2 m.

Olhando para o centro branco do disco, em estado livre de pensamentos, por cerca de **um minuto**, repita as sílabas **SI** (inspire enquanto produz internamente o som sibilante) e **TE** (como uma expiração normal).¹

a. Em seguida, olhe suavemente para o centro do papel branco, mantendo a visão sem buscar sensações [o quadrado branco ao lado do disco preto] e, nas mesmas condições [de calma], conte o número de fenômenos ilusórios produzidos por uma ilusão óptica.

b. Durante os exercícios a e b, ambas as mãos devem permanecer unidas [fechadas] sobre a região umbilical [plexo solar].

Ambos os exercícios, de fixar o olhar no disco e na área branca [quadrado], devem ser repetidos pelo menos quatro vezes durante um exercício de dez minutos.

Esses exercícios devem ser realizados diariamente, à noite, durante dez minutos e por pelo menos 15 dias.

§ 10B — II. [Exercício com espelho]

Sobre um vidro côncavo, aplique a seguinte mistura no lado convexo:

10 partes de negro de fumo,

6 partes de grafite,

1 parte de magnetita moída e

1 parte de pó de carbono de retorta,

tudo misturado com goma-laca laranja e 1 parte de verniz de copal.

¹ Pronúncia inglesa: SI [See] e TE [Teh]. (Nota do tradutor.)

Aplique três ou quatro camadas finas da mistura no espelho e, no centro do lado côncavo [em forma de concha], cole uma pequena roda de estanho, com cerca de 5 mm de diâmetro.

Este exercício deve ser realizado por pelo menos oito dias, durante 5 minutos por dia.

Todos esses exercícios com espelho devem ser realizados **ao entardecer ou à noite**.

Olhe fixamente para o centro do espelho, todos os dias, à noite, segurando em suas mãos a superfície revestida do espelho e mantendo-a ligeiramente afastada do rosto, a cerca de 50 cm da testa. A iluminação [muito fraca — 1 vela]² deve vir de trás e de cima, de modo que nada do ambiente possa ser visto no espelho, isto é, sua superfície deve parecer uniforme. **O mantra é o mesmo da prática anterior (§ 9, exercícios com disco e quadrado).** **A posição do corpo deve ser confortável, de preferência com a cabeça apoiada em alguma coisa.**

² O objetivo de segurar o espelho é estabelecer uma conexão com o plano físico durante a prática de exercícios de natureza mais mental e astral, produzindo um desenvolvimento mais equilibrado e harmonioso, com todos os planos sendo enfatizados ao mesmo tempo. (Nota do tradutor.)

³ Uma medida utilizada em diferentes círculos tchecos naquela época, relacionada ao nível de luminosidade, mas também empregada em outros casos, como a medição do nível de energia de uma pessoa. Ver: Josef Drabek, *The Magical Diaries of a Bardon Student* (Praga, 2018), atualmente disponível apenas em tcheco. (Tradução inglesa em preparação.) (Nota do tradutor.)

§ 11B — O exercício, de acordo com o § 10, deve ser ampliado para cerca de dez minutos ou mais.

Continue realizando este exercício por mais três dias.

§ 12B — III. [Exercício com espelho e incenso]

Aumente a duração do exercício do § 10 para 15 minutos ou mais e utilize um incenso suave, feito da mistura de sálvia com polpa de sabugueiro [proporção em peso de 2:1].

Os fenômenos que possam ou não ocorrer são irrelevantes, pois representam apenas um espelho do mundo interior do praticante. Em qualquer caso, durante o exercício, devemos evitar dormir [muito importante] [e a sonolência] e aprender a controlar perfeitamente até mesmo nosso subconsciente.⁴

⁴ Uma referência breve ao conceito de espelho da alma, tal como apresentado em *Iniciação ao Hermetismo* (1956), de Franz Bardon. (Nota do tradutor.)

Este exercício deve ser realizado por oito dias.

§ 13B — O exercício, de acordo com o § 12, continua a ser realizado regularmente, uma vez por semana, especificamente na sexta-feira, durante 20 minutos à noite, após o pôr do sol.

*O espelho para O Livro das Obras* [frente e verso]⁵

⁵ Este espelho específico, conforme fotografado acima, também foi feito com folha de ouro, além das recomendações dadas por Lasenic. (Nota do tradutor.)

§ 14B — IV. [Exercício com disco e fios]

Pegue um disco de papelão preto fosco, com 10 cm de diâmetro, e desenhe de modo quase imperceptível, no centro, um triângulo equilátero, com cada lado medindo 15 mm. No vértice superior do triângulo, fixe um rebite de zinco; em seguida, fixe um rebite de cobre no ponto inferior esquerdo e, no ponto [inferior] direito, um rebite de ferro. Deixe apenas as cabeças dos rebites sobressaírem do papelão. As cabeças dos rebites devem ter cerca de 5 mm de diâmetro. Agora, conecte-os com um fio fino de cobre [0,1–0,3 mm], ligando a cabeça do rebite de cobre ao rebite de zinco; depois, a partir do rebite de zinco, ligue-o ao rebite de ferro; e, a partir da cabeça do rebite de cobre, conduza o fio até o polegar da mão esquerda; da cabeça do rebite de ferro, conduza o fio até o dedo anelar da mão direita.

[A conexão é feita enrolando a ponta do fio em torno da parte superior de cada dedo correspondente.]

Para as mulheres, as instruções são invertidas: assim, o rebite de cobre vai para a mão direita e o rebite de ferro para a esquerda, sendo o primeiro associado ao polegar da mão direita e o outro ao dedo anelar da mão esquerda.

Pratique este exercício durante 10 minutos por dia, à noite, ao longo de todo o mês, exceto às sextas-feiras.

Pendure o disco de papelão na parede, na altura dos olhos, e sente-se a aproximadamente 2 metros de distância. Enquanto enrola os dois fios nos dedos correspondentes, adote uma posição em que os braços não se toquem; ambas as mãos devem repousar livremente sobre as pernas correspondentes, de modo que as palmas fiquem voltadas uma para a outra, e ambos os polegares fiquem erguidos, livres e tocando-se entre si.

Deve haver uma luz mais forte atrás de suas costas enquanto você fixa intensamente o olhar no triângulo. O mantra é o mesmo do § 9, exercício I [o exercício com disco e quadrado], porém deve ser pronunciado apenas mentalmente, e não em voz alta.

IV.

Os estudantes recebem um período de dois anos para resolver o problema do quadrado em grade, isto é, **colocar as letras apropriadas e os doze signos do zodíaco em dezesseis quadrados** [ver a figura no texto de *O Livro da Iniciação*], que representam os componentes das forças naturais para os “portais”.⁶ ⁷

⁶ Pierre de Lasenic, *Hermetic Initiation Into Rosicrucianism* (Praga, 1937). Disponível apenas em tcheco. (Nota do editor.)

⁷ Os “portais” representam os “portais da Nova Jerusalém” ou os “portais do Universo”. (Nota do editor.)

V. Cronograma para o Trabalho Elemental

Volantia e outros exercícios associados devem conduzir ao cultivo e ao fortalecimento do autocontrole e da concentração. A mente deve ser controlada e dirigida voluntariamente, seja para esvaziá-la, seja para concentrar sua atenção. Volantia é, portanto, apenas um exercício preliminar antes do trabalho com os elementos. Depois que você dominar os fundamentos, poderá avançar para os exercícios elementais, isto é, exercícios com os próprios elementos. O objetivo dessa tarefa é despertar sentimentos de completa certeza e domínio sobre si mesmo, os quais podem ser divididos, de modo geral, em cinco etapas:

1. Induzir determinado estado por meio do posismo de uma forma ou gesto externo;
2. Aplicar esse estado às qualidades do elemento treinado;
3. Concentrar a sensação elemental correspondente no chamado “ponto focal da força vital”, dentro do corpo [plexo solar ou umbigo];
4. Expandir toda a percepção [elemental e emocional], em determinado nível, até o infinito;
5. Concentrar novamente a percepção no eu interior [em vez de deslocá-la para o “ponto focal da força vital”, como indicado acima, no item 3].

Assim, alcançamos uma espécie de “respiração elemental”, na qual a respiração [que deve ser regular, profunda e natural] apenas marca o ritmo e poderia ser representada pelo conceito de anéis de água formados na superfície após a queda de um objeto sólido [na água], sendo cada anel um ciclo respiratório. Os anéis de água se expandem durante a quarta fase e se contraem durante a quinta. A primeira e a segunda etapas são fases preparatórias.

Ao combinarmos a respiração elemental, chegamos então às analogias do zodíaco, apresentadas inicialmente em *O Livro da Iniciação*.

Somente isso conduzirá ao domínio perfeito dos elementos, acompanhado de estados especiais e indescritíveis; somente então o estudante estará habilitado a iniciar o trabalho da etapa seguinte.

Este trabalho exige bastante tempo, mas é absolutamente necessário para aqueles que desejam prosseguir na prática e evitar as consequências desagradáveis conhecidas no misticismo secular.

A prática do § 13 continua a ser realizada apenas uma vez por semana.

O exercício do § 14 também é realizado apenas uma vez por semana.

O Elemento Ar

§ 15B

1. Posismo

Agora começaremos pelo posismo. Durante uma postura, procuramos sentir empaticamente um elemento. A postura atua como consolidação de nossa percepção. Mantemos a postura até sentirmos a percepção [do elemento]. Quando a alcançamos, tentamos memorizar essa sensação. Há um desenho do gesto acima, distribuído em quatro figuras, que deve ser repetido uma vez por dia, à noite, em pé e **voltado para o leste** [diante de uma parede vazia]. As quatro figuras devem ser combinadas em um movimento fluido e, ao mesmo tempo, deve-se praticar continuamente a autossugestão da percepção e da sensação interiores do elemento ar, que permeia tudo [ver abaixo: *Notas Adicionais de Treinamento com Exemplos*].

A duração deste trabalho é de 7 dias.

2.

Pratique o exercício descrito no ponto 1 e depois deite-se de costas, concentrando-se na percepção surgida no primeiro exercício, sem qualquer definição verbal. Sinta o interior de todo o seu corpo como se estivesse permeado pelo elemento ar e como se fosse formado de ar.

Pratique por 7 dias.

3.

Pratique os exercícios descritos nos pontos 1 e 2; no momento em que a percepção do elemento ar no corpo estiver mais intensa, concentre-a em um ponto fixo dentro do corpo [plexo solar ou umbigo].

Pratique por mais 3 dias.

4.

Pratique em conjunto os exercícios descritos nos pontos 1, 2 e 3 e acrescente também a emanação da ideia do elemento ar em uma coluna infinitamente alta, de modo que, a cada expiração, você imagine uma onda estendendo-se perpendicularmente a partir do corpo. As ondas se expandem sem romper o contato com a percepção disseminada. A cada inspiração, acumulamos essa percepção em nosso corpo; a cada expiração, emanamos uma onda proveniente desse ponto focal imaginado em nosso corpo.

5.

Agora o procedimento se inverte: acumulamos novamente em nosso corpo essa percepção infinita. A cada inspiração, uma onda flui livremente para dentro do corpo. A cada expiração, eliminamos quaisquer substâncias negativas, mantendo em nós apenas a mais pura substância aérea.

Todo o exercício indicado nos itens 1–5 deve durar no máximo 8 minutos.

Pratique por 18 dias.

Os §§ 13 e 14 são praticados uma vez por semana.

Depois de realizar os exercícios durante os períodos indicados, o § 15 é interrompido.

O Elemento Água

§ 16B

1. Posismo

Repita este gesto uma vez por dia, à noite, antes de dormir, **voltado para o oeste**, diante de uma parede vazia. Faça a autossugestão da percepção e da sensação interiores de um elemento água que tudo permeia, sem qualquer definição verbal.

A duração deste trabalho é de 7 dias.

2.

Pratique o exercício descrito no ponto 1; depois, deite-se de costas, concentrando-se na percepção interior [sem definições verbais] surgida do exercício 1, e sinta-a por todo o corpo, como se você fosse formado pelo elemento água.

Pratique por 7 dias.

3.

[No exercício seguinte, repita] as práticas descritas nos pontos 1 e 2 e, quando a percepção do elemento água no corpo estiver mais intensa, concentre-a em um ponto fixo dentro do corpo [plexo solar ou umbigo].

Pratique por mais três dias.

4.

Pratique em conjunto os exercícios dos pontos 1, 2 e 3 e acrescente a expansão da percepção do elemento água em uma superfície horizontal sem limites, de modo que, a cada respiração, você produza uma onda circular de água que se espalha a partir do ponto onde originalmente concentrou a percepção.

5.

Agora o procedimento se inverte: acumule a percepção da superfície aquosa infinita de volta em seu corpo. A cada inspiração, acumule dentro de si um anel de água; a cada expiração, elimine as substâncias negativas, deixando em si apenas o elemento água em sua forma mais pura [por todo o corpo].

A duração de todo o exercício dos itens 1–5 é de 6 a 15 minutos.

Pratique por 18 dias.

Depois de realizar os exercícios durante os períodos indicados, o § 16 é interrompido.

O Elemento Fogo

§ 17B

1. Posismo

Repita uma vez por dia, antes de dormir, **voltado para o sul**, e faça a autossugestão da percepção interior de um calor interno que permeia todo o seu corpo.

A duração deste trabalho é de 7 dias.

2.

Realize o exercício conforme o item 1 e, em seguida, acrescente o seguinte: deite-se de costas e concentre-se na percepção interior do fogo, de modo que essa percepção seja gradualmente concentrada de todo o corpo em um único ponto fixo dentro do plexo solar.

Pratique por 7 dias.

3.

Combine os exercícios 1 e 2 e acrescente o seguinte: imagine um veio fino e reto, tão fino quanto um único fio de cabelo, percorrendo o centro do corpo como um eixo longitudinal. Por esse veio, que cruza um ponto imaginário conforme descrito no exercício 2, corre uma chama alimentada pela corrente de ar induzida pela respiração.

Pratique por mais 3 dias.

4.

Pratique os exercícios descritos nos pontos 1, 2 e 3 e acrescente o seguinte: o veio começa a engrossar lentamente, torna-se da espessura de um dedo mínimo, depois da espessura de uma mão e, por fim, preenche todo o corpo, que se transforma em um invólucro para o fogo em fusão. A percepção do corpo desaparece, enquanto nos tornamos uma coluna de fogo. As chamas irrompem no ritmo da respiração, enquanto nos transformamos em uma coluna que envolve todo o universo.

5. Acumulação

Agora seguimos em sentido inverso e, no ritmo da respiração, partimos de nossa última percepção, seguindo a mesma ordem em sentido contrário, do item 4 ao item 1, **até que a percepção do elemento fogo se dissolva completamente [pois ela não pode ser mantida como os outros elementos, já que causaria uma febre permanente]**, e cesse a percepção da dualidade entre sujeito e objeto. Em seguida, retorne gradualmente ao estado normal.

A duração de todo o exercício com o elemento fogo é de aproximadamente 20 minutos.

Pratique por 18 dias.

Depois de realizar os exercícios durante os períodos indicados, o § 17 é interrompido.

O Elemento Terra

§ 18B

1.

Faça a autossugestão da percepção interior de acumular todas as partículas sólidas, a fim de formar uma pequena esfera dentro do plexo solar. A esfera continua absorvendo mais partículas e se expande, formando uma esfera gigantesca cujo centro é o nosso plexo solar.

2.

Quando adquirirmos uma sensação do elemento terra em nosso plexo solar, permitindo que ela se expanda para fora até o infinito, harmonizamos essa percepção com a respiração, de modo que, ao inspirar, nos concentramos na pequena esfera e, ao expirar, nos concentramos na esfera infinita.

Este exercício deve ser realizado deitado de costas **[e com os pés voltados para o norte].**

A duração deste exercício deve ser de aproximadamente metade do tempo do exercício anterior com o elemento fogo **[que durava cerca de 20 minutos]**, portanto, cerca de 10 minutos.

Pratique por 18 dias.

Depois de realizar os exercícios durante os períodos indicados, o § 18 é interrompido.

§ 19B — Agora, durante 16 dias, repita os exercícios anteriores dos §§ 15, 16, 17 e 18, dedicando 4 dias a cada seção.


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