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Adam McLean ©
A filosofia esotérica que fundamenta a tradição alquímica reconhece um nível de existência acima do puramente material, que age como o alicerce a partir do qual a forma é tecida nos processos materiais. Esse nível de existência é descrito de várias formas, como o mundo supra-físico, o reino das forças formativas, ou os Éteres.
A ciência qualitativa da Alquimia também reconhece uma divisão do mundo material em quatro qualidades distintas de matéria, os quatro Elementos: Fogo, Ar, Água e Terra. Por trás desses elementos encontra-se a interação dos quatro Éteres, que atuam como veículos para a transformação e moldagem da forma dentro desses elementos. Esses éteres são descritos de várias maneiras na alquimia, mas eles se revelam, por exemplo, nos símbolos da serpente-dragão de fogo, nas diversas formas de aves em simbolismo alquímico, na ideia da Quintessência, da Tintura e do Mercúrio Filosófico, entre outras representações simbólicas. A filosofia esotérica dessas forças etéricas foi codificada em diferentes momentos da tradição, e no final do século XIX surgiu uma descrição particularmente valiosa, pois relaciona os Éteres com as descobertas mais recentes da física moderna sobre a natureza interna da matéria.
Os Éteres estão relacionados aos Elementos nesta figura, conforme mostrado a seguir. Aqui temos uma escala ascendente dos Elementos e Éteres em termos de sua densidade ou sutileza. Existem, portanto, sete níveis. O Elemento Fogo é idêntico ao Éter do Calor. Nesse sentido, ele é duplo, biface. O Fogo, visto do lado externo, é um elemento; do lado interno, um éter. O Éter da Luz é a oitava superior do Elemento Ar, irradiando e transmitindo força etérica pelo mundo material. O Éter Transformador (também chamado por alguns ocultistas de Éter Químico ou do Som) é a oitava superior do elemento Água, promovendo a multiplicidade de formas potenciais no reino material através de sua qualidade transmutativa de força etérica. O Éter da Vida é a força formativa que traz à existência entidades vivas independentes, desde células simples até seres complexos com corpos materiais, sendo possível apenas por sua ancoragem à Terra. Isso é viabilizado pela atividade do Éter da Vida ao trazer vida para as substâncias mais densas.

As interconexões entre os Éteres e os Elementos na Evolução Cósmica foram reveladas com grande detalhe no final do século XIX e início do século XX por dois grandes ocultistas, Madame Blavatsky e Rudolf Steiner. Nessa visão, a evolução do Cosmos ocorre em uma série de sete estágios, começando com a exteriorização do éter de calor em potencial como o elemento Fogo em realidade. Depois, segue-se um segundo período cósmico em que o éter de luz e sua sombra material, o elemento Ar, entram em existência. Posteriormente, o mundo etérico se densificou ainda mais, formando o elemento Água e seu equivalente etérico, o Éter Transformador. Finalmente, no quarto estágio, em nossa era atual de evolução no planeta Terra, o elemento Terra passou a existir, precipitado do mundo etérico, e o desenvolvimento de formas de vida individuais, característico deste período, foi possível graças ao éter da vida. Essa visão é bem conhecida no esoterismo oriental, nos Tattvas da filosofia Tântrica indiana, e no Ocidente está disfarçada em muitos textos alquímicos sobre a evolução cósmica.
No século XX, o homem, através do método científico materialista, penetrou profundamente no fundamento material do mundo. No entanto, em todas as ciências, cada novo avanço que parece inicialmente ser uma descoberta materialista, ao ser examinado de perto, mostra-se frustrante para o materialista. Parece que o fundamento material, a explicação do mundo em termos puramente materiais, escapa de sua visão, parecendo sempre estar a apenas um pequeno passo de distância. Assim, o materialista se depara com a “maya” do mundo material. O estudante de ocultismo, claro, compreenderá que os processos materiais nunca podem ser completamente explicados em termos materiais. Os reinos espirituais superiores desempenham um papel, e em particular as forças etéricas formativas são o fundamento para os processos materiais. Entretanto, não devemos subestimar os grandes avanços da Física moderna na compreensão desse fundamento do mundo.
O objetivo deste artigo é mostrar que, dentro do domínio da física moderna, os experimentos realizados por físicos de partículas com seus aceleradores de alta energia, e as especulações de teóricos, resultaram em um encontro com o nível etérico da realidade, ainda que por meios puramente materialistas. Sugiro, além disso, que muitas das contradições na visão dos físicos materialistas sobre o fundamento da realidade poderiam ser evitadas com o reconhecimento da existência de um nível metafísico, o reino das forças etéricas que os físicos tocam em seus experimentos. De fato, esses físicos estão trabalhando com e explorando a estrutura interna dessas forças etéricas, e embora não reconheçam o termo, eles estão, de certo modo, envolvidos em uma espécie de pesquisa esotérica.
Gostaria de indicar, neste artigo, os paralelos entre o esoterismo ocidental dos Éteres e as descobertas da física fundamental moderna.
Quando os éteres estão livres, em seu próprio domínio, assumem o papel formativo particular ao trabalhar sobre os Elementos do mundo material, conforme esbocei anteriormente. No entanto, através do processo da evolução cósmica, parte desses Éteres foi pressionada para dentro do elemento correspondente, como se fosse sepultada e profundamente entrelaçada no coração dos elementos materiais. Sugiro que esses éteres ‘sepultados’, ‘congelados’ ou ‘caídos’ são, de fato, o que os físicos encontram como o reino fundamental em sua relação com a matéria. Estes são reconhecidos como as quatro forças fundamentais da física.
Éter da Vida – Interações Fortes
Éter Transformador – Interações Fracas
Éter da Luz – Eletromagnetismo
Éter do Calor – Gravidade
Na física contemporânea, a interação entre as partículas materiais do Universo pode ser completamente descrita por meio dessas quatro forças fundamentais, ou ‘campos de força’. Muito da energia teórica dos físicos hoje é investida na tentativa de explicar todas essas forças dentro de uma lei geral, a busca por uma “Teoria do Campo Unificado”, que reduza essas quatro forças fundamentais a casos especiais de uma única interação.
Essas quatro forças estão aqui relacionadas aos Éteres de uma forma que reflete seu caráter individual. Para aqueles não familiarizados com a linguagem da física moderna, farei uma breve descrição de cada uma dessas forças fundamentais. O físico materialista vê o mundo como sendo composto de várias partículas de matéria, desde galáxias e estrelas até os constituintes internos do átomo. As quatro forças fundamentais descrevem completamente as interações possíveis entre essas partículas, desde o macrocosmo até a escala microcósmica.
GRAVIDADE
Essa força fundamental opera entre todas as partículas do universo, mas só se torna significativa em larga escala, onde estão envolvidas grandes massas. Foi a primeira força fundamental a ser reconhecida e descrita pela ciência, sendo a base da teoria física de Newton. A teoria da gravitação de Newton explicou os movimentos dos planetas em termos materiais, eliminando a necessidade de entidades metafísicas, como anjos e motores primordiais, para justificar tais movimentos. Até onde os físicos entendem atualmente, a gravitação é um fenômeno de grande escala, perdendo sua importância à medida que nos aproximamos do mundo microscópico do átomo. Ela foi o alicerce da tentativa de Albert Einstein de unificar a física através da Teoria Geral da Relatividade. A Teoria Especial da Relatividade de Einstein é um caso especial da Teoria Geral (pois trata apenas de referenciais não acelerados), e seu postulado fundamental, bem conhecido pelo público leigo, é que massa e energia são intercambiáveis (Energia = Massa x (C^2)). Na filosofia esotérica dos éteres, encontramos essa ideia refletida na natureza dual do éter do calor e do elemento fogo. O éter representa o parâmetro de energia e o elemento Fogo o parâmetro de massa do mesmo fenômeno subjacente. Descrições do estágio da Evolução Cósmica, em que o éter de calor foi precipitado do mundo espiritual (chamado por Steiner de “Estágio de Saturno Antigo” ou, por Madame Blavatsky, de “Primeiro Ciclo Planetário do Ciclo de Evolução”) ilustram o calor cósmico externo se tornando interno, gravitacional, formando um centro definido, um globo ou planeta de fogo caloroso separado do Cosmos. A cosmologia moderna reconhece o papel das forças gravitacionais na condensação do hidrogênio cósmico em estrelas e galáxias, refletindo uma imagem arquetípica da relação entre a gravidade e o éter do calor caído, ou elemento fogo.
ELETROMAGNETISMO
A próxima força fundamental é o Eletromagnetismo. O que existe como éter de luz no cosmos torna-se aprisionado na matéria como eletricidade. A eletricidade se tornou reconhecível como um campo de investigação científica nos séculos XVIII e XIX, período em que novas descobertas levaram à percepção de que eletricidade e magnetismo eram duas facetas do mesmo fenômeno, e James Clerk Maxwell os relacionou, chegando intuitivamente às suas famosas equações de campo. As equações de Maxwell unificaram o eletromagnetismo e a natureza ondulatória da luz. A física do século XIX descrevia a luz como um movimento ondulatório no éter universal, e Maxwell unificou essa ideia com o fenômeno do eletromagnetismo. Essa concepção simples (e esotericamente válida) de luz como uma onda eletromagnética no éter cósmico foi, no entanto, insuficiente para explicar fenômenos posteriores descobertos no século XX, e assim foi formulada a teoria quântica da radiação eletromagnética por Max Planck e outros. Posteriormente, a mecânica ondulatória de Schrödinger foi unida à teoria quântica do campo eletromagnético por Dirac e outros, resultando no modelo atual das forças eletromagnéticas. A física moderna vê a interação eletromagnética entre partículas de matéria ocorrendo por meio da troca de fótons, os quanta fundamentais do campo eletromagnético.
A INTERAÇÃO FRACA
As interações fracas talvez não sejam tão óbvias para o não-físico, mas são essenciais para manter a coesão do material do cosmos; sem essas forças, que atuam na atividade atômica das estrelas, os elementos pesados que compõem o planeta Terra não estariam disponíveis no cosmos para formar o corpo material da Terra. A interação fraca ocorre entre as partículas microcósmicas que compõem o mundo subatômico. Embora ainda não completamente compreendida, é a força essencial por trás da radioatividade natural, aquela que resulta na transformação de um elemento químico em outro. Foi reconhecida como uma força através da descoberta do fenômeno da radioatividade natural no final do século XIX. Nigel Calder, em seu excelente livro A Chave do Universo (BBC Publications, Londres, 1977), descreve a interação fraca como “o Alquimista da Natureza”, transformando elementos uns nos outros. A interação fraca é responsável pela geração de energia dentro do corpo da Terra, sendo a força motriz por trás da atividade vulcânica e provavelmente das movimentações das massas continentais ao longo de longos períodos evolutivos. A interação fraca participa da transformação de partículas subatômicas “pesadas”, hádrons e bárions, em partículas mais leves, chamadas léptons (como elétrons e neutrinos), ocorrendo apenas em pequenas distâncias subatômicas, mas com repercussões em escala maior. Outro possível indício das forças fracas reside no fato de que essas forças não preservam a simetria em suas interações. É um fato bem conhecido (e ainda não explicado) que a maioria das moléculas complexas que fundamentam os processos vitais nos seres vivos, apesar de poderem teoricamente ocorrer em formas simétricas distintas, são encontradas com assimetria na substância viva, com uma “mão” esquerda, por assim dizer. A vida é “canhota”, no sentido de que a estrutura molecular das bases proteicas, dos ácidos nucleicos e de outras moléculas fundamentais possui uma torção à esquerda. A interação fraca é a única das quatro forças fundamentais que quebra a lei da conservação de paridade (a “lei da mão” entre as forças). É possível que as interações fracas estejam envolvidas na inter-relação das partículas que constituem as forças de ligação nas moléculas. Assim, vemos uma clara conexão entre as interações fracas e o éter transformador do esoterismo.
A INTERAÇÃO FORTE
A quarta e última força necessária para o físico compreender o cosmos é a Interação Forte, ou força Nuclear, que mantém a coesão do núcleo atômico. O núcleo atômico é composto de partículas fundamentais carregadas positivamente chamadas prótons, que se repeliriam devido à interação eletromagnética das cargas semelhantes. No entanto, uma força muito mais intensa em nível subatômico serve para manter essas partículas unidas. Essa é a interação forte entre as partículas. A interação forte cria dentro do átomo um centro integral de estabilidade, que dá a cada átomo seu caráter individual como elemento químico, possibilitando que sejam usados como os blocos sólidos da vida no nível material. Os elétrons que orbitam em torno do núcleo de cada átomo são mantidos por forças eletromagnéticas mais fracas e, portanto, são mais errantes e livres para se moverem, participando das ligações entre átomos. O núcleo, unido pelas fortes interações, é o ponto de estabilidade na matéria, o alicerce da possibilidade da vida. Dessa forma, podemos facilmente ver uma relação entre o éter da vida e a interação nuclear forte. As interações fortes são entendidas como ocorrendo através de partículas chamadas quarks, e uma teoria elaborada foi desenvolvida, quase como uma especulação alquímica do início do século XVII, que envolve a disposição de partículas em padrões de hexagramas (o selo de Salomão) e uma disposição triangular com quatro lados (a ‘Tetraktis Sagrada’ dos pitagóricos), com a posição determinada por características como cor, estranheza, hipercarga, antipartícula, carga, charme, etc. (Aqui, reconhecemos, talvez, uma espécie de metafísica reprimida manifestando-se na nomenclatura teórica dos físicos).
O PAPEL DOS ÉTERES NO MUNDO MODERNO
Parece que, em sua investigação sobre a estrutura da matéria através de experimentos com aceleradores de partículas e outros meios, o físico toca no fundamento da matéria, por trás do qual residem os éteres; algo desses quatro éteres é refletido em seus experimentos e nas teorias formuladas para explicar os resultados. A ciência física descobriu o espectro das forças etéricas aprisionadas na matéria nas forças fundamentais.
Para entender a verdadeira relação entre esses éteres caídos e as forças etéricas criativas verdadeiras, devemos examinar detalhadamente o processo de evolução espiritual do Cosmos. Como foi delineado anteriormente, a verdadeira raiz do mundo material reside na esfera espiritual, e o cosmos material é resultado de uma precipitação do espiritual, levada a cabo principalmente através da involução da corrente de Éter Cósmico.
Assim, o processo de Evolução Cósmica começa com o éter do calor tecendo um corpo planetário externo de fogo. Como resultado da formação desse Planeta de Fogo (conhecido no ocultismo como o “Saturno Antigo”), surge um tipo de mundo-sombra, uma espécie de contrarreino do éter do calor, formada pela penetração profunda de uma parte desse éter no processo de materialização externa. Esse reino de éter do calor “caído” permanece na Evolução Cósmica, manifestando-se parcialmente como a força da gravidade.
Na próxima etapa da involução espiritual, o éter da luz é tecido na formação externa do Planeta de Ar (o “Sol Antigo” no ocultismo), e a parte desse éter da luz que se materializa forma o contrarreino do éter de luz, um planeta-sombra cuja dimensão é a esfera das forças elétricas.
Em seguida, o éter transformador é pressionado para a forma externa pelo impulso de involução espiritual, formando o Planeta de Água (a “Lua Antiga” no ocultismo). Aquela parte do éter transformador que se materializa excessivamente, sem a possibilidade de ser espiritualizada ao final do ciclo planetário da Lua Antiga, permanece como um tipo de planeta-sombra, que se manifesta no reino das interações fracas.
Finalmente, na etapa em que estamos atualmente, a Terra, o éter da vida tece sua trama formativa por trás do elemento Terra, mas também se manifesta o contrarreino das Interações Fortes, as forças nucleares.
Essas esferas coexistem e se interpenetram no ponto atual da evolução. A fase da Terra marca um ponto de inflexão na direção da Evolução Cósmica. Agora, tudo que foi tecido na matéria deve evoluir e retornar ao espírito (como o “filho pródigo” retornando ao lar). As futuras encarnações do planeta Terra envolverão a eliminação das camadas de materialização por meio da espiritualização da matéria. O impulso de materialização agora se opõe à direção da Evolução Cósmica, à evolução da matéria em direção ao espírito.

As futuras etapas da evolução não são fixas em um sentido eterno, mas são potenciais que dependem do trabalho consciente de vários seres. Um desses seres é a humanidade. O ser humano, como guardião do planeta Terra, tem um papel formativo a desempenhar nesse processo. A partir de sua atividade, o planeta Terra pode se espiritualizar ou, ao contrário, o processo de materialização pode ser consolidado. A primeira metade do período planetário da Terra, que agora está concluída, foi de materialização; a segunda metade, agora iniciada, deve ser de espiritualização da matéria. No entanto, o impulso de materialização ainda continua, e a evolução desceu mais profundamente nesse campo do que seria necessário. É, portanto, essencial do ponto de vista cósmico que o ser humano trabalhe para eterealizar a matéria em vez de materializar e aprisionar os éteres.
Quanto mais o homem trabalha com forças e tendências materializantes, mais ele constrói corpos planetários sombrios que promovem uma descida da matéria para estágios subelementares, cortados do arquétipo espiritual. Em particular, na Terra, se o homem trabalha com as forças nucleares, ele acabará fortalecendo e concretizando o reino do éter da vida-sombra, construindo o corpo externo dessa Terra-sombra. [Nota do Tradutor: refere-se a uma espécie de “planeta sombrio” que seria criado pelo uso incorreto das forças nucleares]. (Veja meu artigo no The Hermetic Journal, nº 3, sobre as Implicações Espirituais do Poder Nuclear.)
A verdadeira tarefa espiritual do homem é reconhecer a atividade dos éteres na substância e nos processos, desenvolvendo maneiras de trabalhar com a substância para que ela possa se tornar tão espiritualizada a ponto de ser um receptáculo, um veículo para os éteres (o Mistério do Graal), assumindo um papel criativo na tecedura da vida na substância. Essa Alquimia verdadeira trabalha para espiritualizar o entrelaçamento criativo dos éteres na substância, em total contraste com o trabalho ilusório com os éteres caídos, que contraria a Evolução Cósmica ao arrastar a corrente etérica para uma materialização mais densa.
Como exemplos dessa atividade evolutiva positiva dentro da humanidade, podemos mencionar a preparação de substâncias de cura que atuam como veículos das forças etéricas, como na homeopatia ou em processos alquímicos relacionados, ou o uso do próprio corpo etérico do homem para curar outros. Além disso, a construção de templos materiais (como as grandes catedrais, círculos de pedra, e edificações mais recentes) que possuem uma presença e atmosfera que indicam a focalização de forças etéricas através da Geometria Sagrada de sua arquitetura. No campo artístico, objetos materiais (esculturas, pinturas, etc.) podem ser criados para irradiar uma força que pode ser curativa para a alma ou fonte de inspiração. A terapia com cores é um trabalho verdadeiro com as potencialidades etéricas da luz. O respeito às correntes etéricas na Terra, que podem ser detectadas por técnicas como a radiestesia, e o uso harmonioso dessas forças nos âmbitos da agricultura, habitação e outras utilizações do espaço natural.
As bases estão sendo lançadas agora para uma Ciência Etérica, que trabalhará na direção positiva da evolução, e podemos ver uma grande luta acontecendo dentro da sociedade humana e, de fato, na alma do homem, entre as forças positivas e a tendência restritiva, limitante e materializante na evolução da Terra, que ainda possui um enorme impulso inerente. A tarefa do esoterismo em formular e dar energia ao estabelecimento dessa Ciência Etérica, nesta era de grandes mudanças, é de uma importância verdadeiramente cósmica.
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