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“Não adianta cobrir sua cabeça com um chapéu branco, pois a força consumidora jamais respeitará!” – Exu Morcego
Esse texto não é recomendado para pessoas cujo culto visa a harmonização entre os polos energéticos, tampouco, para os desgraçados estagnados que desesperadamente tentam ‘domesticar’ uma força que jamais compreenderão. Enquanto Exu jorrar a Luz de Lúcifer palavras como essas se espalharão pelo mundo contaminando mentes subversivas e inconformadas. Exu é a Luz Obscura manifesta no Astral que arduamente guerreia contra a inércia que acorrenta e escraviza.
A Quimbanda tem muitas portas. Nem todas são suficientemente amplas para captar o real sentido de Exu, entretanto, podem ser um caminho primário para os verdadeiros adeptos. A passagem para a iluminação é alicerçada pela SABEDORIA e essa busca independe da Tradição que o adepto está se desenvolvendo. Obviamente não estamos falando de ‘casas cirquinho’ onde os ‘seguidores’ poodles fazem acrobacias em busca de biscoitos e aplausos.
Quando recebemos o impulso primário de Exu e optamos em seguir o Culto da Quimbanda devemos estar alicerçados na forte vontade de buscar, através dos estudos e das práticas ritualísticas, entendimentos que capacitem-nos seguir a jornada evolutiva. O primeiro passo é “vencer” o medo do conhecimento proibido/oculto entranhado nos dogmas “cristitas” e aceitar as modificações que força/energia dos Poderosos Mortos (Exus) realizará em nossos corpos. O adepto verdadeiro observará a humanidade e a sociedade como verdadeira “massa de manobra”, um “rebanho aguardando o abate”, um grupo criado para fortalecer as mentiras cunhadas no âmago do Falso-Deus tirano e covarde.
Essa visão é o estágio mais importante e fundamental dentro da Quimbanda, afinal, essa Tradição envolve bruxaria, magia negra, necrosofia e outros caminhos sinistros que concedem aos seus adeptos garra, determinação, foco e força. A Sabedoria capacita o adepto absorver a gnose obscura, assim como quando necessário descarta-la. A ‘caça’ incessante permite gradativamente a abertura das “portas internas” e consequentemente a comunhão com a ancestralidade que o eleva a um patamar muito diferente daqueles que não alcançam tal grau evolutivo. Nesse ponto, o conceito de reencarnação deixa de existir na vida dos eleitos que serão conduzidos, após a falência vital material, à planos espirituais elevados onde a ilusão não tem alcance.
Quando um adepto parte do plano físico sem atingir a plenitude da Gnose Luciférica, as forças escravistas certamente o arrebanharão e trabalharão no sentido de promover a incineração de todo conhecimento obtido (como uma espécie de “lavagem cerebral”) e, após esse processo, o espírito será jogado novamente na “roda das reencarnações”. Ao renascer no mundo das ilusões, provavelmente virá no seio de uma família que jamais estruturará sua elevação/despertar e em casos mais graves quando o adepto possui um potencial latente pode ser “trancafiado” em formas humanas defeituosas e incapazes.
Muitos são os artifícios usados pelas forças do Falso-Deus para estorvar a ascensão dos adeptos verdadeiros. Um exemplo claro seria o vício descontrolado por drogas que tira o foco dos estudos e de toda busca pela libertação colocando o homem em dúvidas existenciais e presídios mentais. Quando a pessoa está enterrada nesse abismo psíquico, torna-se matéria sem espírito.
Essa compreensão da Quimbanda eleva os padrões internos acerca dos instintos “sufocados” por séculos de imposições religiosas. A Sabedoria e a dedicação são os dois principais pilares que sustentam a arte de guerrear. Esse processo de obscurecimento é chamado de “Alquimia Negra Interna” e a força de Exu é a combustão que retoma a criativa iluminação Prometiana, promovendo a “Ascensão de Lúcifer”.
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