Eduardo Berlim[1] “Tenho usado, em toda a minha vida, uma heurística maravilhosamente simples: os charlatões podem ser reconhecidos, na medida em que oferecerão conselhos positivos, e somente conselhos positivos, explorando nossa ingenuidade e nossa idiota propensão a receitas que soam imediatamente óbvias, mas que depois evaporam quando nos esquecemos delas”. Antifrágil: Coisas que se beneficiam […]
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Onde está o Charlatão?
